domingo, 27 de setembro de 2009

PADRÕES ASTROLÓGICOS


De modo geral, o nosso mês tem duas metades: o período crescente lunar e o do minguante lunar. O quarto crescente é a melhor época para fazer sortilégio para o crescimento, começo, criação, iniciação e aperfeiçoamento. Durante o minguante lunar, fazer sortilégios para banir o mal, reduzir ou remover obstáculos ou doenças, neutralizar inimigos e apagar prejuízos.
Os três dias seguintes ao aparecimento no céu da lua nova, são o período mais poderoso em prol do crescimento e dos começos. Os dias que antecedem de imediato o plenilúnio são os mais poderosos para sortilégios que envolvam a fruição e a complementação.
A lua negra, ou a escuridão lunar, as três noites em que a lua não é visível por causa de sua proximidade do sol, é o período mais auspicioso para banir e neutralizar sortilégios.
Também é aconselhável consultar um calendário astrológico, pois se um sortilégio é realizado durante um período em que a lua está num signo ou conjunção com um planeta que é favorável ou compatível com o propósito do sortilégio, a probabilidade de que este funcione é muito maior.

sábado, 26 de setembro de 2009

A DEUSA...


O Divino Feminino

A Deusa foi a primeira divindade cultuada pelo homem pré-histórico. As suas inúmeras imagens encontradas em vários sítios históricos e arqueológicos do mundo inteiro representavam a fertilidade - da mulher e da Terra. Por ser a mulher a doadora da vida atribuiu-se à Fonte Criadora Universal a condição feminina e a Mãe Terra tornou-se o primeiro contato da raça humana com o divino. Mas afinal, quem é essa Deusa? Só o fato de termos que fazer essa pergunta demonstra o quanto nossa sociedade ocidental formada sob a égide da mitologia judaico-cristã se afastou de nossas origens. Fomos criados condicionados por uma cosmologia desprovida de símbolos do Sagrado Feminino, a não ser Maria, Mãe Divina, que não tem os atributos divinos, que são reconhecidos apenas ao Pai e ao Filho e é substituída na Trindade pelo conceito de Espírito Santo. Maria é, quando muito, a intermediária para a atuação dos poderes do Deus... "peça à Mãe que o Filho concede..." Mas Maria não é a Deusa, senão um de seus aspectos mais aceitos pela sociedade patriarcal, de coadjuvante do Deus, reproduzindo o fenômeno social do patriarcado em que a mulher auxilia o homem, mas sempre lhe é inferior e, por isso, deve submeter-se à sua autoridade. Não somos feministas nem queremos partir para discursos feministas, mas tão somente constatar que a ausência de uma Deusa nas mitologias pós-cristãs se deve ao franco predomínio do patriarcado. Predomínio esse que nos trouxe, ao final do século XX, a uma sociedade norteada pelos valores da competição selvagem, da sobrevivência do mais forte, da violência ao invés da convivência, do predomínio da razão sobre a emoção. Mas a Deusa está ressurgindo. Desde a década de 60, reafirmando-se nas últimas, a descoberta da Terra como valor mais alto a preservar sob pena de não mais haver espécie humana fez decolar a consciência ecológica e o renascimento dos valores ligados à Deusa: a paz, a convivência na diversidade, a cultura, as artes, o respeito a outras formas de vida no planeta. Cultuar a Deusa hoje significa reconsagrar o Sagrado Feminino, curando, assim, a Terra e a essência humana. Quer sejamos homens ou mulheres, sabemos que nossa psique contém aspectos masculinos e femininos. Aceitar e respeitar a Deusa como polaridade complementar do Deus é o primeiro passo para a cura de nossa fragmentação dualística interior. A Deusa é cultuada como Mãe Terra, representando a plenitude da Terra, sua sacralidade. Sobre a Terra existimos e, ao fazê-lo, estamos pisando o corpo dela, aqui e agora, muito diferente da crença em um deus Onipotente e distante, que vive nos céus. A Deusa é a Terra que pisamos, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do centro dos vulcões, os rios, as cores do arco-íris, o meu corpo, o seu corpo... A Deusa está em todas as coisas... Ela é Aquela que Canta na Natureza... O Deus Cornífero seu consorte, segue sua música e é Aquele que Dança a Vida... Cultuar a Deusa não significa substituir o Deus ou rejeitá-lo. Ambos, Deus e Deusa são da mesma moeda, as duas faces do Todo. A Deusa é a criadora primordial, o Deus o primeiro criado, e sua dança conjunta e eterna, em espiral, representam a eterna dança da vida. A Deusa também é a Senhora da Lua e, mais uma vez, a explicação desse fato remonta às cavernas em que já vivemos. O homem pré-histórico desconhecia o papel do homem na reprodução, mas conhecia muito bem o papel da mulher. E ainda considerava a mulher envolta em uma aura mística, porque sangrava todo mês e não morria, ao passo que para qualquer dos homens sangrar significava morte. Portanto, a mulher devia ser muito poderosa, ainda mais que conhecia o "segredo" de ter bebês... É fácil entender porque a mulher era identificada com a Deusa, ou, melhor dizendo, porque a primeira divindade conhecida tinha que ter caracteres femininos... Ainda mais quando as pessoas descobriram que a gravidez durava 10 lunações e a colheita e o suceder das estações seguia um ciclo de 13 meses lunares. O primeiro calendário do homem pré-histórico foi mostrado nas mãos da famosa estatueta da Vênus de Laussel, que segura em sua mão um chifre em forma de crescente, com 13 talhos que representam as lunações. Por sua conexão com a Lua e a mulher, a Deusa é cultuada em 3 aspectos: a Donzela, que corresponde à Lua Crescente, a Mãe representada na Lua Cheia e a Anciã, simbolizada na Lua Decrescente, ou seja, Minguante e Nova. Na tradição da Deusa a Donzela é representada pela cor branca e significa os inícios, tudo o que vai crescer, o apogeu da juventude, as sementes plantadas que começam a germinar, a Primavera, os animais no cio e seu acasalamento. Ela e a Virgem, não só aquela que é fisicamente virgem, mas a mulher que se basta, independente e auto-suficiente. Como Mãe a Deusa está em sua plenitude. Sua cor é o vermelho, sua época o verão. Significa abundância, proteção, procriação, nutrição, os animais parindo e amamentando, as espigas maduras, a prosperidade, a idade adulta. Ela é a Senhora da Vida, a face mais acolhedora da Deusa. Por fim, a Deusa é a Anciã, que é a Mulher Sábia, aquela que atingiu a menopausa e não mais verte seu sangue, tornando-se assim mais poderosa por isso. Simboliza a paciência, a sabedoria, a velhice, o anoitecer, a cor preta. A Anciã também é a Deusa em sua face Negra da Ceifeira, a Senhora da Morte. Aquela que precisa agir para que o eterno ciclo dos renascimentos seja perpetuado. Esta é o aspecto com que mais dificilmente nos conectamos, porém, a Senhora da Sombra, a Guardiã das Trevas e Condutora das Almas é essencial em nossos processos vitais. Que seria de nós se não existisse a morte? Não poderíamos renascer, recomeçar... Desta forma, é fácil compreendermos porque a Religião da Deusa postula a reencarnação. Se fizerem parte de um universo em constante mutação, que sentido haveria em crermos que somos os únicos a não participar do processo interminável da vida-morte-renascimento? Essa realidade existe no microcosmo do ciclo das estações, da colheita que tem que ser feita para que se reúnam as sementes e haja novo plantio. É justamente por isso que aqueles que seguem o Caminho da Deusa celebram a chamada Roda do Ano, constituída pelos 8 Sabbats que marcam a passagem das estações. Ao celebrar os Sabbats cremos que estamos ajudando no giro da Roda da Vida, participando assim de um processo de co-criação do mundo. Submeter-se à sua autoridade. Por tudo o que dissemos fica fácil entender porque os caminhos, cultos e tradições centrados na Deusa são religiões naturais, fundamentadas nos ciclos da natureza e no entendimento de seus elementos e ritmos. Estas práticas de magia natural usam a conexão e correlação dos elementos da natureza - Água, Terra, Fogo e Ar, as correspondências astrológicas (signos zodiacais, influências planetárias, dias e horários propícios, pedras minerais, plantas, essências, cores, sons) e a sintonia com os seres elementais (Devas Guardiões dos lugares, Gnomos, Silfos, Ondinas, Salamandras, Duendes e Fadas).

O DEUS...


Deus Cornífero


O Sagrado Masculino também existe sob muitos nomes, entre eles Pan, Osíris, Dioniso, Herne, Cernunnos. Trata-se da representação masculina da divindade. Os deuses têm muitas formas e nomes, mas um dos aspectos predominantes em cultos antigos era o do Deus Chifrudo.
Calma, não é “o diabo”. Nas civilizações antigas dos homens e na Natureza, os chifres são uma representação do poder, masculinidade. Chifres sempre foi sinal de algo Divino. Na Babilônia, por exemplo, o grau de importância dos deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a ele. Além disso, os chifres foram incorporados pelos homens ainda na Idade da Pedra, quando eles perceberam que se vestir como o animal facilitaria a sua aproximação durante a caça.
Temos inicialmente, então, um Deus da Caça. Mais tarde, vieram novas atribuições, como a de deuses protetores das florestas, deuses dos animais, deuses da chuva, deuses do vinho, deuses da colheita, entre muitos outros.
O Deus Cornífero foi transformado no Diabo pelos cristãos com o simples e único objetivo de acabar com o culto das bruxas na Europa Ocidental. Não havia outra razão. Muitos antes de o Cristianismo emigrar dos desertos de Jerusalém, o Deus de Chifres era tido como o símbolo da vida, da sexualidade, do êxtase e da liberdade.
No entanto, muitas deidades pagãs foram absorvidas e adaptadas pelo Cristianismo. A própria história de Jesus é baseada em muitos mitos pagãos, de Osíris a Dioniso. Levando em consideração que tais deuses já existiam muito antes do período cristão, podemos ver que não se trata de coincidência. Eram as crenças mesmo da época.
Quando os humanos caçadores começaram a desenvolver uma sociedade agrícola, mantiveram consigo as antigas deidades do mundo selvagem. O deus com chifres de gamo da floresta foi transformado no deus com chifres de bode dos pastos. Isso em grande parte pela necessidade de domesticarem animais numa sociedade agrícola. O deus das florestas tornou-se então o deus das colheitas.
É a face do sagrado masculino que exerce domínio sobre as florestas. Ele representa tudo o que é livre; é o Caçador que representa a renovação, vitalidade, força e fertilidade. É o Deus da Caça, tão clamado pelos homens desde o período Paleolítico.
Seus nomes variam de época e cultura, sendo que alguns exemplos são Cernunnos, Pã e Dioniso.

Aspectos da vida relacionados ao Deus Cornífero:
- Atrair coragem, garra e vigor;

- Trazer fertilidade e gravidez;
- Livrar-se do estresse;
- Atrair o vigor sexual;
- Aumentar a percepção e os instintos;
- Resolver problemas difíceis;

- Estabilizar situações;
- Atrair prosperidade e riqueza;
- Buscar a razão;
- Invocar os poderes da fartura e da prosperidade.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Livro das Sombras


O Livro das Sombras, também chamado Grimório ou Grimoire é um auxiliar indispensável do Estudante de Magia. Trata-se de um diário usado para registrar rituais, feitiços e os seus resultados, bem como todo o tipo de informações relativas ao exercício da Magia.
Serve para acompanhar o desenvolvimento do Praticante à medida que vai crescendo na Arte, não só como registro, mas também como campo de estudo que se revelará útil em longo prazo.
O Livro das Sombras é, segundo a tradição, um livro bem elaborado, de capa negra e frequentemente com belos ornamentos mas também pode ser muito simples. Nos dias de hoje é cada vez mais frequente outro tipo de suporte, inclusive em documento Word, no entanto, este gênero de modernização não é vantajosa quando se deseja um verdadeiro objeto de poder. O Livro costuma ser ritualizado e consagrado pelo praticante. É um objeto que, com o tempo e frequente utilização, vai adquirindo a sua própria energia em harmonia com a do seu possuidor, trazendo benefícios vários e potenciando o trabalho mágico.

Círculo Mágico


Desde a aurora dos tempos que os seres humanos sentiram necessidade de se aproximar do divino. Para tal escolhiam lugares especiais, tanto pela sua beleza como pelas suas propriedades energéticas. Não se sabe como, erigiram fabulosos monumentos que persistem até hoje. Estes locais eram os seus templos (do Latim templus = "local sagrado") em forma circular, pois o círculo é uma das figuras arquetípicas primordiais - uma representação do Cosmos, da roda da vida, dos ciclos da natureza e da unidade de todas as manifestações. Nos dias de hoje fala-se em círculo mágico também (e, sobretudo) quando se fala de Magia Prática e isto se deve ao fato de o círculo ser extremamente útil a quem faz manipulação energética. Também neste contexto, o círculo continua a delimitar o espaço sagrado, facilitando o acesso aos planos mais subtis. O círculo é ele mesmo, um local projetado entre os mundos e é no seu interior que se realizam as operações mágicas. Como dito, o seu uso é aconselhado por várias razões de ordem prática, a saber:
_Manter a estabilidade energética durante o ritual (proteger o praticante de quebras ou picos energéticos intensos)
_Proteger o praticante em relação a entidades oportunistas que, nestas ocasiões, gostam de se aproximar e "beber" da energia gerada
_Proteger o praticante da eventual hostilidade de entidades invocadas
_Constituir um suporte físico da "esfera entre mundos" que se forma ritualisticamente
_Ajudar à formação do cone energético (o direcionamento da energia, propriamente dito)

O círculo pode ser construído fisicamente como o fizeram os nossos antepassados ou, mais modestamente, com pedras pequenas, flores, velas, sal ou até com um simples sulco no chão. Porém, na maior parte dos casos, o círculo é apenas traçado sob a forma de energia. Geralmente, a projeção do círculo é integrada na ação do ritual, de forma harmoniosa e cheia de significados existindo, portanto, muitíssimas maneiras diferentes de fazê-la. Segue-se a descrição de um processo muito simples que poderá ser utilizado para realizar pequenos rituais em casa.
1º) Decidir onde vai ser realizado o ritual, preparar o espaço (o altar) e colocar a postos todos os itens que vão ser utilizados.
2º) Colocar a mão esquerda virada para cima.
3º) Estender a mão direita (ou apenas o dedo indicador e o dedo médio) em direção ao chão onde o círculo deverá ficar e projetar um fluxo energético, visualizando-o em forma de luz. 4º) Traçar o círculo dando uma volta completa, girando no sentido dos ponteiros do relógio, até que este fique fechado no ponto em que foi começado.
5º) Erguer ambas as mãos ao alto, dando início à formação do cone energético. Neste ponto podem ser invocadas entidades benéficas e protetoras como, por exemplo, anjos, espíritos elementais, animais de poder, divindades - em suma, quaisquer figuras que nos possam dar auxílio no trabalho que nos propomos a fazer.
6º) Realizar o ritual, propriamente dito.
7º) Após conclusão do ritual desfaz-se o círculo, girando no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, desta vez colocando a mão direita virada para cima e com a mão esquerda na direção do círculo, visualizando a energia a ser absorvida através dos dedos, passando através do corpo e sendo libertada para o Universo pela mão direita.
8º) Voltar a erguer ambas as mãos ao alto, dispersando a energia e agradecendo a presença e o auxílio das entidades invocadas.
9º ) Comer o alimento sagrado.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ostara - Casa Telucama


Ostara representa o renascimento da terra, muitos de seus rituais e símbolos estão relacionados à fertilidade (coelhos, ovos e muitas flores). Ela é o equilíbrio quando a fertilidade chega depois do inverno. É o período que a luz do dia e da noite tem a mesma duração. Ostara é o espelho da beleza da natureza, a renovação do espírito e a mente. Seu rosto muda a cada toque suave do vento. Gosta de observar os animais recém-nascidos saindo detrás das árvores distantes, deixando seu espírito se renovarem.



Este ano tive o prazer de presenciar a celebração de Ostara no Templo Casa Telucama (Sab. 19-09-09), como convidada juntamente com minha filha Jessica.
Sentir algo que não tenho palavras para descrever, naquele ambiente tão mágico... parecíamos estarmos realmente na morada dos Deuses.
Conheci pessoas tão especiais, com quem tive o prazer de dividir a alimento sagrado e aprender um pouco mais sobre A Religião Antiga.
Já celebrei todos os Sabbats no meu antigo Coven, mas nunca me sentir tão realizada em ver aquele espaço grandioso direcionado a nossa Grande Mãe.
Espero poder voltar a Casa Telucama não so como convidada, mas fazer parte daquele Templo.

...Que assim seja que assim se faça, para o nosso bem e de todos os envolvidos...!!!

Att.: O altar que representa A Deusa Hécate, me deixou encantada, tenho um carinho especial por Ela.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A Roda do Ano Celta



A concepção de tempo dos pagãos (O termo pagão significa: povo dos bosques), principalmente a dos Celtas era um tanto quanto diferente da atual. O tempo era para eles, não linear, mas circular, cíclico; há também o calendário, que era para eles lunar, enquanto que o nosso é um calendário solar.
Originários da tradição celta, os sabbaths ocorrem oito vezes ao ano, ou seja, duas vezes a cada estação. Nessas ocasiões, são homenageadas duas divindades: a Grande Mãe, ou simplesmente a “Deusa”, que simboliza a própria terra, e o Deus Cornífero, O Gamo Rei, protetor dos animais, dos rebanhos e da vida selvagem.
Quando os raios do sol diminuem sua intensidade ao cair da tarde é o momento de nos prepararmos para mais um dia. O povo Celta, assim como outros povos de origem pagã, celebram o começo dos dias através do anoitecer.
Cada anoitecer nos faz lembrar que a Deusa, com sua magia e seus mistérios, reinará através da Lua, das emoções, e das intuições, mostrando-nos que enquanto os homens se acalmam e repousam depois de um dia intenso de trabalho, os sacerdotes e sacerdotisas começam o semear de um novo dia.
O Deus, que também descansa durante a escuridão, se prepara para um novo nascer, para um novo brilhar, para um novo amanhecer.
Esse acordar e dormir, descansar e trabalhar, morrer e nascer faz do dia e da noite momentos muito preciosos e de intensa comunhão entre o masculino e feminino. É preciso que as duas polaridades estejam em perfeita sintonia para que a Natureza possa se manter equilibrada. Da mesma maneira, como a imagem refletida é o complemento da imagem projetada, homens e mulheres precisam estar juntos para que a comunhão perfeita entre o Deus e a Deusa possa refletir em momentos de intensa união e perfeição.
Esses momentos de equilíbrio entre o dia e a noite, marcados pelo pôr do sol, a metade da noite, o nascer do sol e a metade do dia, se tornam de extrema importância para magias. Da mesma forma, os momentos entre cada um desses pontos também se tornam importantes. Em um suposto tempo linear: os quatro momentos principais seriam: 18hs, meia noite, 6hs e meio dia; e os secundários: 9hs, 15hs, 21hs, e 3hs.
Sabendo que o universo é perfeito e que tudo que há no macrocosmo tem seu correspondente no microcosmo, muitas vezes é preciso entender o micro para alcançarmos e sentirmos a importância do macro. Para muitas pessoas fica mais fácil compreender o universo através de pequenos momentos do dia-a-dia para se ter uma real noção da extensão dos grandes momentos. Como podemos ver existem quatro momentos do dia (24h) que são pontos vitais, e há quatro pontos secundários que são pontos de equilíbrio. No processo de imagem refletida para imagem projetada, temos no ano (365 dias) quatro momentos vitais: o primeiro dia do ano e o primeiro dia do quarto, sétimo e décimo meses – dias que caem na divisão exata do ano em quatro partes iguais, em quatro elementos. Temos, também, quatro momentos secundários: a entrada de cada uma das quatro estações, delimitadas pelos solstícios e equinócios. Assim nossa roda do ano esta formada e em eterna harmonia com o universo.

Minha foto
Salvador, Nordeste, Brazil
Busque o sentimento da felicidade no interior de sua alma, pois a alegria de viver é o resultado da harmonia de seus pensamentos e sentimentos. Todos os dias amanheça sorrindo para a vida, para que ela possa coroá-la com sucessos e realizações. Agradeça aos Deuses pelo milagre da vida e pelas pessoas que amam você!!!